Paz em Israel!

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Orai pela paz de Jerusalém; prosprerarão aqueles que te amam. Salmos 122: 6

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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Israel !

Saiba e Pense. A cerca de segurança na Cisjordânia é necessária?

Como surgiram os termos Palestina e palestinos

Acredita-se que o termo Palestina tenha origem entre os filisteus, um povo egeu que, no século XII a.e.c., estabeleceu-se ao longo da planície costeira mediterrânea onde ficam agora Israel e a Faixa de Gaza. No século II, após esmagarem a última revolta judaica, os romanos usaram pela primeira vez o nome Palaestina para se referir à Judéia (a região sul do território da atual Cisjordânia), numa tentativa de minimizar a identificação judaica com a terra de Israel. A palavra árabe Filastin vem deste nome latino.

Os hebreus chegaram a Israel por volta de 1.300 a.e.c. e viveram em uma confederação tribal até se unificarem sob o primeiro monarca, o rei Saul, cujo filho, o rei Davi, escolheu Jerusalém como capital por volta do ano 1000 a.e.c. O rei Salomão, filho de Davi, construiu o templo pouco depois e consolidou as funções militares, administrativas e religiosas do reino. A nação foi dividida durante o reinado do filho de Salomão: o Reino do Norte (Israel) durou até 722 a.e.c., quando os assírios o destruíram; e o Reino do Sul (Judá) sobreviveu até a conquista babilônica em 586 a.e.c. Depois disso, os judeus desfrutaram de breves períodos de soberania, antes que a maioria fosse finalmente expulsa de sua pátria, no ano 135 a.e.c.

A independência judaica na terra de Israel durou mais de quatro séculos.

A Palestina nunca foi uma região exclusivamente árabe, embora a língua árabe tenha se tornado, com o tempo, o idioma da maior parte da população, após as invasões muçulmanas do século VII. Jamais existiu algum país árabe ou palestino independente na Palestina.

Antes da partilha, os palestinos não se viam como possuidores de uma identidade em separado. Quando o 1º Congresso das Associações Muçulmanas e Cristãs se reuniu em Jerusalém, em 1919, para eleger representantes palestinos à Conferência de Paz de Paris, foi adotada a seguinte resolução: Consideramos a Palestina como parte da Síria árabe, já que esta nunca se separou daquela em tempo algum. Estamos ligados por vínculos nacionais, religiosos, lingüísticos, naturais, econômicos e geográficos”.

Em 1937, um líder árabe local, Auni Bey Abdul-Hadi, disse à Comissão Peel, a que finalmente recomendou a partilha da Palestina: Não existe tal país! Palestina é um termo inventado pelos sionistas! Não existe Palestina na Bíblia. Nosso país foi parte da Síria durante séculos.

O representante do Supremo Comitê Árabe para as Nações Unidas enviou uma declaração à Assembléia Geral da ONU em maio de 1947, que dizia: “A Palestina era parte da Província da Síria (...) politicamente, os árabes da Palestina não eram independentes no sentido de formar una entidade política em separado”. Alguns anos depois, Ahmed Shuqeiri, que seria presidente da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), a disse ao Conselho de Segurança da ONU: “É de conhecimento público que a Palestina não é mais do que o sul da Síria”.

O nacionalismo árabe palestino é, portanto, fenômeno posterior à Primeira Guerra Mundial. E só veio a se converter em movimento político importante após a Guerra dos Seis Dias, em 1967, quando Israel conquistou a Cisjordânia.

Hamas diz que não aceita Estado que conceda terra palestina,. Mas Como Assim???

O primeiro-ministro do governo do Hamas em Gaza, Ismail Haniyeh, afirmou nesta sexta-feira que o movimento islâmico não aceitará um Estado palestino que faça "concessões em relação à terra histórica da Palestina", mesmo se houver um consenso internacional.

"Apoiamos o estabelecimento de um Estado palestino independente, mas sem reconhecer Israel como Estado e sem conceder uma só polegada da terra inteira da Palestina", disse Haniyeh perante os fiéis em uma mesquita da Cidade de Gaza durante a oração muçulmana da sexta-feira.

O movimento islamita, que governa a Faixa de Gaza, se opôs ao pedido à ONU do presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, para o reconhecimento como Estado com as fronteiras de 1967.

De acordo com seus dirigentes, o estabelecimento de um Estado nas fronteiras de 1967 representa uma concessão da terra histórica da Palestina. "Nunca faremos concessões nos legítimos direitos de nosso povo, principalmente o direito dos refugiados a retornar às suas terras e casas que foram obrigados a abandonar", ressaltou.

Haniyeh criticou a "ação unilateral" de Abbas de comparecer à ONU "sem estabelecer nenhuma coordenação" com o Hamas ou com outras forças opositoras palestinas.

"As ações baseadas em evitar a coordenação com as lideranças do povo palestino e não vinculadas às dimensões estratégicas dos direitos palestinos, serão inúteis e danosas", comentou.

Sem comentários quanto as afirmações acima, apenas podemos resumir que não são legitimas e muito absurdas. Terra promedita sem o povo da Bíblia, o povo escolhido de Israel, como? Negar a História do povo de Israel? Os palestinos querem o fim do estado de Israel,abertamente, as vezes usando de atos violentos, isso é inaceitável.Shalom Israel.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Vamos abrir os olhos com relação aos PALESTINOS e demais povos arábes!

Folha de S. Paulo
20/09/2011

TENDÊNCIAS/DEBATES
O ESTADO PALESTINO EM QUESTÃO
Para uma paz duradoura
RAFAEL ELDAD

A partir de amanhã, a direção palestina pretende apresentar às Nações Unidas, durante a Assembleia Geral dessa instituição, seu pedido de adesão à ONU e de reconhecimento do Estado palestino.
Conforme atestam declarações do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em diversas ocasiões, Israel é a favor de uma solução pacífica para o conflito na região, com a formação de dois Estados: um judeu para os israelenses e um árabe para os palestinos. O que Israel não vê de maneira positiva, além de saber ser perigosa para a região, é uma declaração prematura e unilateral de um Estado palestino.
Os palestinos buscam o resultado de um processo de paz sem passar por esse processo e sem negociar com Israel. Se buscam uma solução sem dialogar ou negociar, então com quem querem fazer a paz? Israel continua engajado na possibilidade de negociações bilaterais para resolver o conflito.
Por outro lado, a liderança palestina decidiu não estar mais interessada nas negociações diretas. A história tem mostrado que os tratados de paz entre Israel e seus vizinhos tornaram-se possíveis por meio de negociações entre as partes envolvidas, como nos acordos com o Egito e com a Jordânia.
Além disso, mesmo que uma resolução a respeito de um Estado palestino seja obtida na ONU, ela violaria os acordos bilaterais já existentes entre israelenses e palestinos, prejudicando os esforços para a paz. Não será possível evitar negociações com Israel se se quiser alcançar essa paz.
É também importante lembrar que a Autoridade Palestina assinou um acordo de reconciliação com o Hamas, grupo considerado internacionalmente como terrorista, que continua seu chamado à destruição de Israel e rejeita as condições mais básicas da comunidade internacional para ser reconhecido como um ator legítimo na região.
O apoio a esse acordo, sem qualquer alteração da posição do Hamas, serviria como um reconhecimento internacional da legitimidade do Hamas.
O Oriente Médio atravessa um período de muitas mudanças, que podem levar aos países árabes resultados como o avanço da liberdade individual, da democracia, do direito da mulher, entre outros. Mas existe também um aspecto perigoso vindo de elementos fundamentalistas islâmicos que podem chegar ao poder nesses países. Israel e o mundo não querem que os extremistas usem essa oportunidade para assumir um novo Estado.
Israel, como único país verdadeiramente democrático no Oriente Médio, deseja que sua vizinhança siga o mesmo caminho. Os palestinos têm uma oportunidade de negociar um Estado próprio, que conviva pacificamente com Israel, gozando de paz e prosperidade. Acreditamos que o único caminho para chegar a essa meta seja a aceitação, o diálogo e a negociação direta entre israelenses e palestinos.
Do mesmo modo, esperamos que os palestinos vejam esse fato em uma perspectiva de longo prazo e não somente tratem de conseguir uma satisfação superficial, passageira e sem valor real.
Israel, como único país no mundo ameaçado constante e abertamente em sua existência, tem a obrigação de tomar precauções para garantir sua segurança e sua sobrevivência. Devemos ter em conta que o conflito do Oriente Médio não é só entre israelenses e palestinos; Israel está ameaçado também pelo Irã, pelo Hamas, pelo Hezbollah e por tantos outros elementos.
A situação no Oriente Médio é muito sensível e pode facilmente gerar outra onda de violência. Temos todos, israelenses, palestinos e o mundo, a responsabilidade de empreender um esforço para evitar essa situação.
RAFAEL ELDAD é embaixador de Israel no Brasil



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