Paz em Israel!

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Orai pela paz de Jerusalém; prosprerarão aqueles que te amam. Salmos 122: 6

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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Descoberta de moedas antigas deve mudar história do Muro das Lamentações DA REUTERS, EM JERUSALÉM

Arqueólogos israelenses anunciaram o achado de moedas antigas que podem subverter as crenças largamente mantidas sobre as origens do Muro das Lamentações de Israel, um dos locais mais sagrados para o Judaísmo. O anúncio da descoberta foi feito nesta quarta-feira.
Por séculos, muito do que se pensava sobre o muro era que ele fora construído pelo rei Herodes (que detém má fama, na tradição do Cristianismo, por ser algoz nos esforços de perseguição do bebê Jesus, de acordo com a história original dessa religião).
Mas arqueólogos afirmaram ter encontrado moedas enterradas sob os alicerces do muro, e que foram cunhadas 20 anos depois da morte do rei Herodes, em 4 d.C. --o que demonstra que a estrutura foi completada pelos reinados sucessores.

A descoberta pode significar uma revisão nos guias turísticos para as multidões que visitam a cidade.

"Cada guia turístico baseado na história de Jerusalém responde 'Herodes' quando perguntado sobre quem construiu o muro", disse a autoridade de antiguidades de Israel, em comunicado.

"Essa partícula da informação arqueológica ilustra o fato de que a construção do muro foi um projeto enorme que levou décadas e que não foi completado durante a vida de Herodes", disse a autoridade israelense.

A autoridade disse que os historiadores acadêmicos já tinham conhecimento, a partir de fatos narrados pelo historiador judeu Flávio Josefo (37 ou 38 d.C. - 100 d.C), de que o muro fora completado pelo bisneto de Herodes.

Mas esse relato não ajudou a dissipar a história popular de que Herodes concluiu o Muro das Lamentações. As moedas foram a primeira evidência concreta para fazer uma atualização da versão de Flávio Josefo.

Fonte: www.uol.com.br de 23/11/2011

sábado, 19 de novembro de 2011

Chuvas são "uma pequena ajuda" para o nível de Kinneret Por SHARON UDASIN

Embora em curso fortes chuvas tem ajuda um pouco, Lago Kinneret ainda precisa de "grande ajuda".
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Apesar das chuvas contínuas que têm embebido pedestres para os dois dias passados, e que se espera que continue a sábado, níveis de água do Lago Kineret ter visto pouca melhora.

Enquanto o nível da água não se moveu de quarta-feira a quinta-feira - mantendo-se em 213,675 metros abaixo do nível do mar, caiu de meio centímetro no dia anterior, porta-voz da Água Autoridade Uri Schor disse ao Jerusalem Post na tarde de quinta-feira.

A chuva até agora ocorreu predominantemente no Centro do país, com apenas chuvas leves bater o Norte, explicou.

"Esperamos que as chuvas continuarão até sábado e que talvez algo se move para cima, mas vamos ver", disse Schor. "A escassez é tão forte nos últimos sete anos e Lago Kinneret agora é quase 68 centímetros abaixo da linha de fundo vermelho -. Isso significa que precisamos de lotes e lotes de chuva, a fim de chegar a um ponto normal"

Durante o verão, Schor explicou, o nível de água Kinneret cai a cada dia, e ainda está caindo, com exceção de alguns dias esporádicos que o nível de quebra ainda - como quinta-feira, assim como um dia na semana passada.

"Quando o inverno começa a terra precisa ser cheio de água antes da chuva flui e atinge Lago Kinneret.

E só depois que acontece o lago pode começar a subir ", disse Schor.

Porque o país tem uma "falta muito grave de água" ea Autoridade da Água não espera que a chuva continue até a próxima semana, Schor disse duvidar que as chuvas desta semana só vai ter um impacto significativo sobre os níveis de água.

"Se a chuva não vai continuar, ele vai descer de novo", disse ele.

Schor acrescentou: "Nós não precisamos de um pouco de ajuda, precisamos de uma ajuda, grande enorme - agora temos apenas uma pequena ajuda."

FONTE: JERUSALEM POST
http://www.jpost.com/

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Nunca desista

Louvarei ao Senhor – “em todo o tempo”

Enganoso é nosso coração. Não é raro observar que, por vezes, mesmo tendo muito mais do que precisamos, permanecemos descontentes pelo que julgamos nos faltar. Outras vezes, mesmo tendo pouquíssimo, o pouco que temos se mostra suficiente para encher o coração de louvor e agradecimento a Deus.

Isto nos leva a uma percepção bíblica de que o louvor a Deus não é definido pelas circunstâncias da existência, mas pela atitude do coração. E que nosso coração, essencialmente enganoso, é também ensinável, e deve aprender a louvar a Deus dentro de uma proposta bíblica radical – “todo o tempo”.

O Salmo 34 é um convite ao louvor e à maturidade espiritual. Nele o salmista manifesta o seu compromisso de louvar ao Senhor em “todo o tempo”(v.1). Louvar ao Senhor ao receber o que tanto desejou, ou ao ser surpreendido por uma ótima notícia, é uma resposta natural dos sentidos, e não exige nada especial do nosso coração. A proposta bíblica, porém, é louvar a Deus em “todo o tempo”. No dia bom e também no dia mau. Em plena saúde e nos dias de enfermidade. Quando aplaudido ou quando criticado. Ao receber uma resposta positiva do Senhor ou quando Ele nos fecha um caminho que intensamente desejávamos seguir.

Louvar a Deus em “todo o tempo” implica em reconhecer que todos os planos do Pai são planos de amor. Que, de fato, todas as coisas cooperam, de alguma forma que pouco compreendemos, para o bem dos que sinceramente amam a Deus, e isto nos basta.

Louvar a Deus em “todo o tempo” implica também em reconhecer que as circunstâncias da nossa vida, mesmo as mais complexas e difíceis, possuem algum motivo de gratidão. Neste salmo não encontramos um cenário de perfeição que nos leva naturalmente ao louvor, mas um louvor que é proferido na realidade de uma vida que possui desafios constantes. Os versos 4, 5 e 6 nos falam sobre temores, angústias e prisões. O verso 8 nos leva, entretanto, ao reconhecimento de que além das cores que pintam o presente cenário da nossa existência, Ele é bom. Somos conduzidos não apenas a compreender a Sua bondade, mas a experimentá-la: “provai e vede que o Senhor é bom”!

Deus não é apresentado como aquele que realiza atos de bondade, mas como aquele que é bom em sua essência. É da natureza de Deus ser bom. Alguns passam por angústias e tornam-se murmuradores. Outros passam por tragédias e reconhecem a bondade do Senhor. A diferença parece estar na atitude do coração.

Em seu edificante livro O Discípulo Radical, John Stott nos apresenta 8 características de um discípulo: inconformismo, semelhança com Cristo, maturidade, cuidado com a criação, simplicidade, equilíbrio, dependência e morte. Em todas elas ele destaca a atitude do coração, e a diferença entre o que meramente conhecemos e aquilo que abraçamos como valor e prática de nossa vida. O louvor a Deus não é simples assunto de exposição ou tão somente artigo de fé. Ele deve ser praticado, e praticado “todo o tempo”.

É certo também perceber que o louvor a Deus combate a ansiedade da alma. Depressões, ansiedades, fobias e temores são as enfermidades do nosso século. Neste salmo vemos que, ao praticar o louvor, pacificamos nossos corações. No verso 1 ele nos fala sobre a alegria, no 2 sobre a libertação de nossos temores e no 5 da libertação das nossas angústias. Louvar a Deus alegra o coração do Pai e também apazigua a nossa alma, uma vez que nos conduz a reconhecer que nossas vidas estão nas mãos daquele que, em todas as coisas, é bom.

A declaração de louvor, lançada intencionalmente no futuro (“louvarei” ao Senhor) é sem dúvida uma afirmação de fé para caminharmos com Deus, pois não conhecemos o amanhã. Não sabemos o que nos aguarda, se a alegria inesperada ou a tragédia mais temida. Perante este cenário de fluida incerteza o salmista faz um compromisso e o declara: amanhã... eu O louvarei.

O que pode parecer uma incoerência perante a inconstância da vida, é na verdade uma afirmação de conhecimento e confiança. Não conhecemos o amanhã, mas conhecemos Deus que controla nosso amanhã. Não sabemos se alegrias ou tragédias virão, mas estamos certos que nenhuma tragédia é maior que a Sua bondade. Não conseguimos desvendar os mistérios da vida, mas sabemos que os planos do Pai são planos de amor. Desta forma, louvar a Deus certamente é um exercício de fé, apazigua as ansiedades da alma e nos dá paz. No amanhã – que desconheço - eu O louvarei.

Em 1873 um navio francês, o Ville de Havre, seguia da costa leste americana para a Europa. Entre os passageiros encontravam-se a senhora Spafford e seus quatro filhos, esposa de um cristão piedoso, jovem advogado de Chicago. Nesta viagem o navio sofre um acidente e vem a naufragar, morrendo quase todos os tripulantes. Dias de desespero se seguem com a ausência de notícias para as famílias dos desaparecidos em alto mar. Finalmente o senhor Spafford recebe um telegrama comunicando que sua esposa foi encontrada ainda com vida, mas estava só. A mensagem sobre a perda de seus quatro filhos lhe aflige a alma. Ele chora e lamenta. Depois senta-se e escreve a letra de um hino que se tornaria conhecido em todo o mundo: “It is well with my soul” (Está bem a minha alma), conhecido como “Sou feliz com Jesus”. Assim, ele diz:

Se paz a mais doce me deres gozar

Se dor a mais forte sofrer

Oh, seja o que for, Tu me fazes saber

Que feliz com Jesus sempre sou

O louvor a Deus não é definido pelos marcadores da nossa história, mas sim pela bondade do Senhor que vai além das linhas do horizonte do entendimento da vida.

Louvar a Deus é reconhecer que a Sua bondade será sempre maior do que qualquer acontecimento que possa se abater sobre nossos dias. É cantar a Sua bondade nos dias de luz e alegria, e não deixar de fazê-lo nos dias de forte neblina e cores escuras. Sua bondade é maior que a vida.

Um dia, em Luz plena e eterna, cantaremos a Sua bondade em “todo o tempo”. Não precisaremos de fatos da vida para fazê-lo. A Sua presença nos bastará.

Por Ronaldo Lidório

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

ÓDIO CONTRA O ESTADO DE ISRAEL

O ódio contra o Estado de Israel não vai parar, nem com acordos políticos nem com tratados de paz, são os eternos conflitos desde a era bíblica: Sambalates e Tobias contra Neemias, Filisteus contra Sansão, ...

Após as negociações para troca do soldado isrelense Gilad Shalit terem sido concluidas recomeçaram os lançamentos de foguetes de Gaza contra Israel. Um total de 31 foguetes foram disparados de Gaza desde o início do fim de semana.

Sendo que cerca de 20 foguetes e morteiros foram disparados de Gaza contra o sul de Israel só neste sábado, com foguetes lançados em Ashdod, Ashkelon, Gan Yavne, e cerca de Beer Sheva.

Um homem ficou gravemente ferido em Ashkelon e, finalmente, morreu de seus ferimentos. Outro homem foi moderadamente ferido no ataque de foguetes Ashdod e outros três ficaram levemente feridos. Além disso, 17 vítimas de trauma foram relatados.

Militantes de Gaza continuaram a lançar foguetes contra Israel na madrugada de domingo, apesar de um relatório sobre a Agência de Notícias Ma'an alegando que um egípcio mediada por cessar-fogo entraria em vigor em 3:00 AM

Três foguetes explodiram perto da cidade de Ashdod, na manhã de domingo, e outra caiu a leste. Sem deixar vítimas ou danos graves conforme foram relatados. O Iron Dome sistema de defesa antimísseis interceptou com sucesso um foguete Grad lançado contra Ashdod neste domingo.

Na noite do dia, 11 foguetes e morteiros foram lançados contra Israel. A maioria das escolas dentro das cidades suspenderam as aulas no primeiro dia da semana. Aulas foram canceladas na maioria das cidades do sul e Ben-University, Sapir College e Achva Academic College não deu início ao ano letivo devido à situação de segurança.

As autoridades egípcias disseram que todos os esforços para convencer os militantes palestinos na Faixa de Gaza a pararem os disparos de foguetes em Israel falharam.

O Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu disse no domingo que Israel não teve escolha senão retaliar quando confrontado com o ataque, e iria parar "todas as tentativas de fogo contra Israel e qualquer um que incêndios de qualquer maneira".

Netanyahu disse aos ministros reunidos para uma sessão especial de gabinete em Safed que a política de defesa de Israel foi baseado em dois princípios: "Matar ou ser morto" e "Aquele que prejudica você deve ter o sangue na cabeça”

Apenas algumas horas depois, a Força Aérea de Israel atingiu uma célula militante aparentemente prestes a lançar mais foguetes contra IsRAEL.

FONTE: www.haaretz.com/news/diplomacy-defense/gaza-militants-continue-to-fire-rockets-at-israel-amid-reports-of-cease-fire-1.392715



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